ATENÇÃO SUPERMERCADO: ESTEJA PREPARADO, COM A SUA DOCUMENTAÇÃO E NOTAS FISCAIS EM DIA PARA NÃO SER PEGO PELA FISCALIZAÇÃO SURPRESA QUE ESTÁ OCORRENDO PARA DESCOBRIR A REAL SITUAÇÃO DA ALTA DOS PREÇOS DOS ALIMENTOS QUE COMPÕE A CESTA BÁSICA

A MG Contécnica está atenta aos fatos que vem envolvendo o Governo Federal e os empresários do setor supermercadista.

Em decorrência dos recentes fatos que vêm sendo noticiados pela mídia e apurado pelo Governo sobre a alta dos preços cobrados, nós da MG Contécnica, orientamos os supermercados que tenham nas respectivas lojas as notas fiscais de compra de todos os produtos e oriente o seu pessoal, de que o custo final dos alimentos ou total dele É A SOMA DESSE CUSTO MAIS O CUSTO OPERACIONAL. Deste modo, não se preocupe, trabalhe como sempre trabalhou com um mínimo de rentabilidade possível sobre os alimentos da cesta básica.

Vale salientar que as insinuações de que os empresários estariam aumentando sem nenhuma base, isso não é verdade, pois eles não podem ser culpados ou responsabilizados pela alta do dólar, uma vez que eles são a ponta do problema, e acabam sofrendo esse impacto.

Um dos grandes fatos que agitaram os noticiários foi a alta dos preços dos alimentos, que compõem a cesta básica, como feijão, soja e o arroz, este último, aliás, se tornou o centro das atenções pelo acréscimo, considerado pelos órgãos fiscalizadores, além da conta.

O que levou a Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon) e o Ministério da Justiça a serem questionadas pelo Ministério da Economia sobre as ações impostas por eles, levando uma fiscalização surpresa aos supermercados para uma averiguação e conseguirem entender qual o real motivo desse aumento e porque estaria acontecendo isso. O medo do Governo é que haja um controle forçado ou uma intervenção sobre o preço desses alimentos.

Como já foi expresso em outro texto, que poderá ser lido na íntegra aqui, a MG Contécnica se coloca ao lado dos empresários e de associações de categoria, que se manifestaram a favor dos supermercados e entendem que o momento de pandemia, aliado a alta do dólar são os principais responsáveis por esse acréscimo. Entrando em jogo, a questão da Lei da oferta e da procura, afinal, com o dólar mais caro, os fornecedores/produtores desses alimentos vêm optando por exportá-los, com isso diminuindo a quantidade que vai para os supermercados internos, estes, por sua vez, obviamente, acabam aumentando os preços dos produtos, em geral, na busca pelo lucro, como qualquer outro negócio.

Vale lembrar, que foi definida junto a essas associações uma margem de lucro para os supermercados do país, uma medida para evitar acusações de abuso realizados por parte dos empresários. Portanto, como já foi dito acima, os proprietários desses estabelecimentos são a ponta do Ice Berg.

Uma atitude que foi tomada pelo Governo Federal e corrobora em defesa dos supermercadistas foi a implementação da alíquota zero para a importação do arroz, o que irá permitir um acesso maior a essa e outras mercadorias no mercado interno. Leia na íntegra aqui o comunicado, no qual informamos sobre esse tema.

Estamos juntos nessa luta e conte com a MG Contécnica para auxiliar sobre quais atitudes tomar e como proceder dentro da legalidade.

Fonte: REUTERS

 

Erro: Formulário de contacto não encontrado.