Governo de São Paulo busca arrecadação em produtos de necessidades básicas, ao invés de tributar produtos supérfluos

Um dos grandes assuntos e que tem gerado inúmeros debates vem sendo o aumento de ICMS sobre determinados produtos básicos, que compõe a mesa do cidadão paulista. Medida que passará a ter validade, a partir de janeiro de 2021.

O grande embate entre poder público e supermercadistas começou quando foi aprovado a legislação que possibilitou o aumento de ICMS sobre alguns produtos, ditos como essenciais, que passam a ter alíquota majorada, como por exemplo pão, leite pasteurizado, suco de laranja, queijo mussarela, frutas, legumes e verduras, entre outros, que poderão ser visualizados na tabela abaixo com as alterações.

A pergunta que fica é, por que o Governo resolveu majorar produtos de necessidade básica, ao invés de tributar outros supérfluos, como o Whisky, queijos importados, vinhos, champanhe, linha tabagista e linha de produtos importados?

O questionamento por parte dos empresários vai de encontro ao atual momento vivido pelos estabelecimentos, em meio à pandemia, no qual muitos ainda se reorganizam e buscam amenizar a crise enfrentada. Além disso, com a falta de muitos produtos no mercado, o que acaba impactando na alta dos preços, tornando os supermercados os grandes vilões da história.

Porém, como se sabe não é bem assim, afinal, os supermercados ficaram na linha de frente e fizeram de tudo para que não faltasse o essencial em suas gôndolas. Mas, o que se viu, mesmo sem ter muito lucro, foi essa conta sendo repassada para o consumidor final, mesmo contra a sua vontade.

A MG Contécnica se coloca ao lado do empresário supermercadista e compreende não ser a melhor solução majorar esses produtos que compõe a cesta básica. Em caso de dúvidas de como proceder, entre em contato.

 

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