Outro setor que demonstra uma retomada, mesmo mais lenta que as demais, como Indústria e Comércio, vem sendo os serviços. Segundo foi divulgado pelo IBGE, o empresariado desse segmento obteve um crescimento de 1,8% no mês de setembro. Sendo este o quarto mês seguido de crescimento.
No entanto, pelo que foi informado, o crescimento ainda gradual se encontra 8% abaixo que foi obtido em fevereiro, período que culmina com o pré-pandemia. Para se ter uma ideia, pelo que apontou a pesquisa, Estados como São Paulo e Rio de Janeiro, tiveram o acumulado negativo de 8,3% e 7,3%, respectivamente.
Se por um lado, o cenário se mostra ainda devagar, de acordo com o esperado, era de que o setor de serviços crescesse 1,1%, portanto, marca superada.
Para ver na prática como está o segmento, siga abaixo a relação dos serviços:
- Serviços prestados às famílias: 9%;
- Serviços de alojamento e alimentação: 9,1%;
- Outros serviços prestados às famílias: 10,9%;
- Serviços de informação e comunicação: 2%;
- Serviços de tecnologia da informação e comunicação: 1,4%;
- Telecomunicações: 0,3%;
- Serviços de tecnologia da informação o: 3,2%;
- Serviços audiovisuais: 5,6%;
- Serviços profissionais, administrativos e complementares: -0,6%;
- Serviços técnico-profissionais: -1,9%;
- Serviços administrativos e complementares: 1,1%;
- Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio: 1,1%;
- Transporte terrestre: 2,3%;
- Transporte aquaviário: 3,1%;
- Transporte aéreo: 19,2%;
- Armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio: -2,9%;
- Outros serviços: 4,8%.
Por fim, se pudéssemos fazer um resumo do 3º trimestre, muitas coisas ainda precisam mudar para se chegar ao patamar desejado, mas o setor de serviços alcançou 8,6% na transição do segundo para o período atual.
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