O Brasil está passando por uma grande reforma tributária que muda a forma como os impostos sobre consumo são cobrados.
A ideia é simplificar o sistema e torná-lo mais justo, substituindo diversos tributos por um modelo mais transparente e previsível.
A indústria, que lida com cadeias de produção longas e complexas, será diretamente afetada por essas mudanças.
A reforma cria um Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) duplo, a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS, federal) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS, estadual), além do Imposto Seletivo (IS). Os tributos terão não cumulatividade, serão cobrados no destino e incidirão “por fora” do preço, trazendo maior clareza nos custos e menos distorções para o setor.
Fases de transição e efeitos práticos
A mudança será gradual: testes em 2025-2026, transição de 2026-2032 e consolidação da Reforma a partir de 2033.
Novidades como o split payment (pagamento dividido na liquidação) vão impactar o fluxo de caixa, exigindo que os tributos sejam separados automaticamente. Já o IS vai aumentar a carga em produtos específicos.
Indústrias que usam muitos insumos ou exportam podem se beneficiar de créditos ampliados e neutralidade fiscal. Já setores com mão de obra intensiva ou benefícios regionais precisarão ajustar suas estratégias.
Tecnologia, revisão de contratos, monitoramento de impostos e integração de sistemas serão essenciais. Planejamento, simulações e uma governança fiscal forte ajudam a reduzir riscos e aumentar produtividade e competitividade.
Com informações de JOTA.
Autor: João Caldas.
Na MG Contécnica você fica por dentro das principais atualizações tributárias!
Na MG Contécnica, acompanhamos de perto todas as movimentações que impactam o ambiente contábil, tributário e empresarial do Brasil.
Seguimos atentos e prontos para orientar nossos clientes com segurança, inteligência e planejamento!
